quinta-feira, 10 de novembro de 2011

dímelo


o rio some na bruma da manhã
meu coração de outono acorda triste

escreveria um blues, soneto
ardente, escreveria a dor com pena em riste

mas ouço um funk agora
e como quem dança moonwalk
a tristeza vai-se embora

Um comentário:

  1. Gostei muito da sonoridade do poema e também da mistura de influências e citações.

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